Depois de um razoável tempo sem escrever sobre as experiências de minhas saídas solo (não porque eu não as esteja registrando, mas porque realmente não as tenho vivido ultimamente), volto com uma boa história pra compartilhar. Eu diria inusitada, pra não dizer inédita. Como mencionei em texto anterior, estou residindo em Catalão (Goiás). Uma cidade com cerca de 100 mil habitantes e sem muitas opções de lazer, cultura e entretenimento. Traduzindo: não há como “sair sozinha”, pois todo mundo se conhece por aqui e vale dizer que são sempre as mesmas pessoas nos mesmos lugares. Ou seja, eu até posso ir sozinha, mas não surte o mesmo efeito porque não demora muito tempo e as pessoas conhecidas vão se concentrando ao redor ou me convidando a ficar com elas e logo já estamos em turma. Então, depois de duas tentativas vãs, desisti. Até porque o grande lance de ir e estar numa balada sozinha(o) é justamente o anonimato. Por conta de todos esses detalhes, tenho saído cada vez menos. E, num t...
Depois de muito tempo sem escrever sobre a “arte” de ir sozinha pra balada, cá estou para contar sobre mais um episódio. Não é à toa que não tenho escrito a respeito. Estive um pouco afastada dessa atividade que tanto me diverte e faz bem. No segundo semestre do ano passado (2014), minha vida passou por uma mudança inesperada e radical. Mudei de função na empresa, mudei de cidade e até de estado. Saí do Litoral de São Paulo para o Estado de Goiás. Uma mudança e tanto. Foram meses de adaptação. Afinal, tudo o que é novo requer atenção, dedicação e encaixe. Portanto, dei prioridade para tudo isso. Além disso, sair sozinha em Catalão não é como sair sozinha em Santos, por exemplo. Aqui, você sempre esbarra com alguém conhecido, seja no centro da cidade, no restaurante ou na balada. É inevitável. Todo mundo se conhece ou conhece alguém que te conhece. Até para conseguir sair literalmente sozinha é mais difícil, pois basta você comentar que vai sair e as pessoas perguntam pra onde e já ...